Homem é suspeito de matar companheira e levar corpo em carrinho até lote baldio; diz polícia
02/10/2026
(Foto: Reprodução) Mulher é encontrada morta em Minaçu e companheiro é suspeito de transportar corpo
Um homem foi preso suspeito de matar a companheira e esconder o corpo. Segundo a polícia, ele teria colocado a vítima em um carrinho de mão e percorrido cerca de 1 km durante a madrugada até uma região de mata em Minaçu, no norte de Goiás.
O homem foi preso em flagrante e teve a prisão convertida em preventiva. Ele permanece preso e é investigado pelos crimes de feminicídio e ocultação de cadáver.
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Segundo o delegado Afonso Vitor, a Polícia Militar foi acionada depois que o corpo da mulher foi encontrado. Como havia sinais de que a ocultação tinha acontecido recentemente, os policiais começaram a procurar câmeras de segurança na região.
As imagens mostraram uma pessoa empurrando um carrinho de mão durante a madrugada. Segundo o delegado, as características da pessoa registrada nas imagens eram compatíveis com as do companheiro da vítima.
Durante as diligências, os policiais também ouviram pessoas que conheciam a mulher. Conforme Afonso Vitor, elas relataram que o casal brigava com frequência e que o homem já teria agredido a companheira
Ainda segundo o delegado, os dois tiveram uma discussão na noite anterior à morte.
O homem foi preso em flagrante e levado para a delegacia. Segundo a polícia, o suspeito já tinha uma passagem por crime de estupro de vulnerável em Minas Gerais. A Polícia Civil investiga o caso como feminicídio, ocultação de cadáver.
Homem levando carrinho em Goiás
Reprodução/ TV Anhanguera
Investigação
Após analisar as imagens e reunir informações sobre a vítima, os policiais foram até a casa do suspeito.
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Segundo Afonso Vitor, foram encontradas manchas de sangue dentro do imóvel. O homem não teria conseguido explicar a presença do sangue e não quis mostrar aos policiais onde estava o carrinho de mão.
Diante dos indícios reunidos, os policiais decidiram prendê-lo em flagrante. O delegado pediu a conversão da prisão em preventiva, que foi determinada pela Justiça.
Uma vizinha contou aos policiais que ouviu uma discussão durante a madrugada. Segundo ela, a mulher pedia socorro e dizia para que o homem não a agredisse.
“Não, não me bate não”, relatou a testemunha em entrevista a TV Anhanguera.
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